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Marcelo Veloso é produtor do Barracão Maravilha.

Fizemos uma reunião em que estavam  também o Robson e o Zé Carlos. Tocamos o moitará por um evento comemorativo de 1 ano de moitará no dia 15 de agosto de 2009 das 18 às 20h no Barracão Maravilha.

A troca inclui: o espaço neste dia para realizar o evento, 25 caixas de cerveja, 1 caixa de garrafas de água, 2 funcionário que servem as bebidas, 1 caixa de som, uma ajuda na montagem do evento.

Maravilha. em breve publicaremos o convite para evento.

No Barração Maravilha, o Robson trocou por quatro desenhos seus impressos em papel A4. Datados e assinados.

robson3p

robson2p

robson4p

robson1p

Encontrei Gabriela em uma palestra no Parque Lage. ela me deu este slide tirado do filme ” o sétimo selo” que faz parte da sua instalação “jogo de chadrez” de 2006 que será apresentada no Largo das artes em outubro.

O Rubens trocou por este espelhinho que diz

“ você é exótico, você é daqui. U_TUPI _OLÂNDIA”
Esta utupiolândia seria o equivalente a terra sem males mítica e utópica dos tupis em uma versão remix-pop-cult-hibrid (como este moitará-grupo-um-opavivará!)
Rubens usou este espelho e outros desta série em uma performance em que vestido de índio tenta trocar de volta os espelhos que nossos antepassados receberam.

(ps: atrás do espelho uma mirra trazida pelos reis magos e uma muda de araucária trazida pelo rubens e atrás de mim bananeiras. eu sou exótico, eu sou daqui)

Luciano é artista e veio ao Rio expor no anexo Marsiaj o projeto Aluga-se, onde arrendou quadrantes-terrirórios para que outros artistas, assim, publicassem seus trabalhos. Propus uma meta-troca, pela qual trocamos um quadrante e nele foi exposto a própria moeda. A proposta foi aceita generosamente:

moitara443 MARIUSSI

19.01.2009   Rio de Janeiro

Essa troca foi ciberdélica. Bruno estuda antropologia e trocou por uma boa reflexão sobre o processo da troca:

Pedro Victor:24 dez (5 dias atrás)

hhehhe.
pensa numa parada pra trocar.
neliz fatall

Bruno Emílio: 25 dez (4 dias atrás)

troco um segredo, uma técnica talvez:
como comer laranja com gosto de menta.
se estiver de pé, moitaremos…

Neliz Fatal

Pedro Victor:26 dez (3 dias atrás)

uhmmm,
não quer escrever algo, em tom acadêmico, sobre o processo da troca?

Bruno Emílio: 09:57 (8 horas atrás)

Processo de Troca? Tem uma anedota etnográfica nesse sentido: muito se diz da sociedade capitalista, da defesa dos direitos do homem, de um tal mercado livre que possibilitaria, ao preço da transformação das singularidades em mercadoria, um fluxo de troca singular, uma sociedade para troca. Pois bem, a anedota expõe a contestação de um nativo melanésio. Ele nos questiona sobre a finalidade de nossas trocas, o consumo privado, afirmando que este expõe o real caráter de nossa sociedade: uma economia de subsistência; em contra-partida a sociedade da qual o melanésio faz parte seria (segundo ele) a verdadeira sociedade para troca, onde a acumulação nunca se concretiza devido à responsabilidade de constante redistribuição e/ou troca, onde a finalidade da troca é sua própria realização e não a privacidade da posse. Enfim, por essa o etnógrafo não esperava… Que o Moitará de vocês resignifique a finalidade de nossas relações mais que o valor daquilo que se troca, valorizando a abertura ao outro como finalidade e não como meio para aquisição de bens privatizados que, ao sê-lo, congelam numa estante as relações sociais inerentes ao objeto por sua possibilidade de existência.
Outra curiosidade, dessa vez sobre a troca entre os indígenas sul-americanos, de onde vocês tiraram o Moitará: para estes a troca marca um processo de abertura composto de subsequentes outras trocas, uma troca promete outras. Disto decorre novo (ou velho) mal entendido com o “Ocidente”, para “nós” a troca ao ser consumada encerra a relação com o outro, justo o sentido contrário do atribuído pelos ameríndios. Célebre frase do mercador branco: “estes índios pedem muito!”
Rio de Janeiro, 29.12.2008

Ana, uma amiga da jaya (moitará 888 ) queria muito um moitará para usar como aromoterapia jóia colocando essência na cerâmica e propós de trocar por uma massagem holística. Jaya levou o moitará, recebeu a massagem e queria fazer uma subtroca comigo por alguma outra coisa. Mas entendi que a troca já estava feita: moitrá 403 com ana trocado por uma massagem… na jaya.

Esta foi minha pimeira troca. Jaya sabia do projeto e me deu esta música:

escolhi o 888 para começar pensando em um infinito tripo de trocas. infinito tripo de luz.

Troquei com a gab por uma sessão maravilhora de Técinca de Alexander onde aprendi entre outras coisas que a coluna termina uns 10 cm acima do que eu imaginava e que é posível se levantar só com o peso da cabeça sem fazer força no joelho. Recomento. saí flutuando…

Trocado no fechamendo da exposição Febeario no Sérgio Porto por 4 bandeirinhas em papel que fazem parte da obra ODE a Bandeira, que ela criou em 2002.

Trocado no fechamendo da exposição Febeario no Sérgio Porto por uma máscara e 6 fotos 3×4 que são partes do trabalho “171″ uma apropriação que a artista fez de imagens publicadas em jornais sobre este falsário que se fotografava fazendo caretas para ter várias identidades diferentes.

Troca com Monica Benoun num restaurante Búlgaro em Tel Aviv.

Juliene disse:

- Meus amigos poderosos me inspiram!

E pediu para trocar o moitará por um pensamento seu.

Pegou meu bloco de anotações e escreveu:

“Flores que transbordam em um lago quando ele se enche de pureza e coisas boas.

OM NAMASHIVAYA”

Karina trocou por uma frase de efeito que define todas as relações da vida dela e quem ela é:

_ Solta que volta!

Depois abriu a mão e mostrou sua tatuagem com intimidade.

E depois nos deu um chaveiro feito por amigas estilistas, super tropical.

Rackel trocou pela amizade do Felipe:

felipochatt@hotmail.com

Felipe agora é nosso amigo!

Marilá sempre gostou de pastilhas Garoto de hortelã.

- É da minha infância e não tem corante!

Marion abriu a bolsa e tirou um batom. Disse que o batom estava na bolsa um tempão mas nunca consegue usar porque acha muito forte. Comprou o batom por um impulso que teve, pois sempre quis usar batom mas nunca usa.

Dois dias depois Marion voltou a nossa banca de trocas e nos deu um toy art como continuidade das trocas.

Disse que é de um artista de rua de Porto Alegre, cidade dela também, chamado Tridente. Trabalha com a idéia de reciclagem, bonecos zen, tem os 3 olhos fechados.

Leya abriu a bolsa, pegou a carteira e de dentro da carteira tirou um par de selos postais.

Disse que teve uma amizade amorosa e que se relacionava por cartas com a pessoa. Mas não rola mais e os selos ficaram na carteira.

Pilha recarregável. Para recarregar as energias!

Julia queria trocar por um gole de cerveja mas ninguém ficou afim. Então ela tirou uma seringa da bolsa e encheu de cerveja. Trocamos!

Ela pediu um estilete, cortou uma mecha de seu próprio cabelo e prendeu-a em um cartão verde.

Trocou pela palavra TROCA.

Estávamos na galeria Vermelho conversando numa roda e Lenora chegou. Explicamos rapidamente a idéia e ela logo quis trocar. Entrou no meio da roda e disse:

- Troca!

A ana levou ao aniversário do Cep 20000 de 18 anos esta litogravura “feijão de corda” (P.A.) para tocar conosco.

fejao

A Romy de veio de Porto Alegre e estava no encerramento da exposicão no Sérgio Porto do Febeario. fiz com ela uma troca fiada. ela me mandaria um desenho ou uma foto ou melhor uma colagem… disse que ia pensar uma coisa legal. Me mandou pelo correio esta folha de um calendário especial.

Conheci Bruna na abertura da exposiçõa HU da Joana Cseko em copacabana. Ela viu o moitará no meu pescoço e disse ” você trocou algo com o Pedro Vitor!”. esclareci a situação esplicando do GrupoUM e opavivará! e ela acabou trocando um moitará por seu caderno de anotações de vaquinha.

Helena mora de Brasília e estava hospeda por uma noite na casa ao lado. Coneversamos um pouco e ela gostou da idéia do moitará, mas não sabia pelo que trocar. Me ofereceu várias coisinhas que trazia em sua pequena mala. Esta presília de cabelo eu escolhi por ser um objeto interessante. Ela conta que nem se lembra de onde veio, mas que já usa a mais de 15 anos desde antes de sua filha nascer.

Sung trocou por esta foto da série Portas das Mãos feita em parceria com Michel Groisman. Este foi uma prova para as impressões que fizeram para exposição que ficou no MAM até abril e que agora está no MAC de niterói.

O Breno eu conheci no festival de videodança lá no sesc copacabana. ele é de recife e estava voltando no dia seguinte. pedi se não poderia por favor se for for incomodar um favor de levar 40 catálogos do interações florestais para o rodrigo braga que participou da residência (aliáis já viram o novo site em www.terrauna.org.br?) e ele foi super prestativo.

dei um moitará prá ele em troca do frete.

o breno trabalha com vídeo e foto. fui na página dele e achei muito legal:

http://www.flickr.com/photos/brenocesar

Está é uma toca em aberto, uma troca fiada. Felipe, querido amigo de BH, estava de passagem pelo Rio hospedado na casa ao lado. Contou que está se preparando para uma viagem de 1 ano por ecovilas do estados unido e méxico. Troquei em então por algo ou algum relato especial que ele enviará ou trará de lá.

alô, Felipe. ficamos esperendo. Boa viagem.

estes moitarás estão em paris com o alexandre (moitará 515), ele é representante certificado moitará e correspondente internacional! em breve saberemos que trocas ele está fazendo por lá!!!

abaixo carta enviada pelo alexandre ao opavivará! e grupoum:

Queria dizer que fiquei encantado com este trabalho de vocês. Um
sistema de troca simbolica que tive o prazer de ver acontecendo entre
o Daniel e as pessoas queridas que conhecemos em Paris. Cada Moitara
permitiu um contato humano especial, uma historia bonita que ficara
registrada com carinho nao so na memoria mas tambem como parte deste
projeto que vive e se alastra aos poucos pelo mundo.

Senti pena pelo fato de que esta historia deixara de acontecer por
aqui com a partida do Daniel. Muitas pessoas queridas nao estavam por
aqui por conta das ferias, gostaria que elas entrassem nessa
historia… Alem do mais, pude ver que o Moitara é um elemento meio
magico que tem a capacidade de estabelecer um elo todo especial entre
as pessoas. Nessas terras frias, distantes isso é tao dificil de
criar. Enfim… seria bom se a magia pudesse continuar…

Entao deixo aqui o pedido para o Opavivara e para o grupo Um, para
permitirem que eu represente vocês aqui em Paris, como uma especie de
correspondente internacional. Eu me comprometo a dar uma historia para
cada moeda que me for confiada e fazer entrar nessa imensa roda muita
gente querida ! Tambem asseguro que manterei contato, atualizando tudo
o que for acontecendo e arrumarei um jeito de enviar os objetos caso a
troca se faça contra alguma coisa material.

Sei que é um pedido meio fora do habitual entao se nao rolar nao tem
problema nenhum, foi apenas uma idéia…

Vida longa ao Moitara !
Abraços,

Alexandre Maïa

mecha de seu cabelo. cortado na hora!

moitará 162 – adelita

trocou pela chave da porta de serviço da casa dela.

os irmãos arthur e gregorio trocaram um joguinho por 2 moitarás!!!

kit mentos

…excepcionalidades que,
entretanto, não podem ser
senão símbolos
-se na realidade, como toda
coisa real, são feitas de nada
e destinadas ao nada.
ff

“trago meu troço sistemático
humano
depoimento da minha
cultura até aqui. agora,
recebendo sentidos diversos
rio…rio…rio…
diverso esse canto dentro
da galeria, diversos abraços
reflito meus condicionamentos
e fico quieto e exposto.
traço um delírio,
numa porção de trocas,
troca-trocas. cade você?”
(ed canto)

o giba queria trocar por um abraço…. eu recusei a troca pois já tinha trocado por abraço e não queria ficar viciado nas trocas!!! então eu dei o abraço e pedi pra ele me oferecer outra coisa. ele então ofertou uma canção….ele errou uma estrofe inteira…rsrsrrs…mas todos que estavam em volta cantaram juntos. foi divertido!!!

o rick trocou por um “beijo em haver”……

o chico trocou por “um tapa na pantera”!!!

A leticia trocou por algumas fotos que fez em sua última viagem para o japão em maio de 2008.

moitara 502 japao1

moitara 502 japao1

Cep 20.000. Troca com Mestre Nivas por um objeto estético.

Troca com Augusto Herkenhoff por um desenho feito na hora

406

252

Essa troca foi feita na praia de Tel Aviv.

Israelense normalmente tem fama de ser mal humorado e grosso no primeiro contato mas aqui Roni e Nadav foram o oposto, deram um show de simpatia e boa vontade  salvando 5 brasileiros do desespero por um baseado. Pela mao, achamos que deveriamos trocar a informçao por um Moitará.

Com Rachel Lamm pelo chaveiro que guardava todas as suas chaves.

Troca com Claudio Valansi por placas de sinalizaçao antigas do shopping da Gavea.

troca com dominique valansi que trocou por uma dúvida, de nao saber o que trocar.

Fiz a troca na cidade de Tiberias, Norte de Israel. Descobri que um Brasileiro (Daniel Herszenhaut) tinha levado Leite Condensado para a viagem… Fiquei maluca com a idéia de mostrar o que era um brigadeiro para uma amiga Bulgara que mora em Israel. A troca foi longa e muita boa. Depois de vários minutos falando o que era moitará e pq eu queria tantofazer a troca , o leite condensado já estava valendo uma fortuna e eu já estava fissurada pelo doce. Final = brigadeiro!
Nao tem a foto mas era de caixinha

moitará 361 – Dora

A Dora trocou por um pensamento supresa/segredo.

moitará 89 – Maria

A Maria trocou por uma micro conchinha/caramujo, um amuleto que foi dado a ela por uma cigana no Mercado Modelo em Salvador.

A Teresa, nossa querida amiga, trocou por uma gravura – água forte “edição de 1″ que foi feita especialmente para ser trocada pelo moitará 579!!!!

O Renan é saladeiro. Ele trocou pelo boné (assinado) que usa todos os dias no seu trabalho e disse que agora ia usar o moitará todos os dias.

A troca com a Priscila foi uma longa negociação……na verdade ela achava desigual as condições de troca….chegou a dizer que nem queria mais a o moitará….disse que era um objeto feio e sem graça……..dscutimos muito e no final eu já nem queria mais trocar com ela………..tensão/tesão………….depois de algmas horas a priscila ainda inconformada por não ter feito sua troca voltou e eu propus um beijo com tesão……..

A Katia queria trocar por uma caneta …mas acabou trocando por um desenho numa nota de R$ 2,00 que achou no chão.

Na última segunda no Espaço Sérgio Porto, dentro do FEBEARIO rolou um show do Duplexx. Dançando bastente juntos estavam o Grupo Py, o opavivará!, o Grupo UM e outros amigos. Foi um momento bonito, música caótica, imagens projetadas, movimentos espontâneos. Me lembrei do primeiro evento do grupo um em 2003 no parque das ruínas e também do fabuloso evento cinema maunial convida no espaço sesc em 2002, marcos de início do Grupo UM onde o duplexx estava presente.

na saída do teatro achei que valia a troca pelo show, uma vez que eles não ganharam cachê.

foi uma troca simples. eu e os demais já havíamos recebido o show de presente. em retribuição entreguei o Moitará 451 para o Leo Monteiro e o Moitará 858 para o Bartolo.

felicidades.

O Rafael trocou por um assobio beliscando o lábio inferior da boca………

moitará 323 – eFe

3+2+3=8

A Gisele queria trocar por um doce de feijão, mas foi recusado……ela ficou muito triste e nem continuou a negociação……..no dia seguinte ela trouxe o doce amassado e embalado num plástico e queria trocar pela sua amargura………bem eu troquei com ela…..mas Gisele não fica amargurada não!!!

este papel com as palavras “moitara london 2008″ escrita com furinhos em um papel A2 faz parte da obra Dots on demand dos artistas Jurg lehni e Alex Rich que estava exposto no Instituto de Contemporary Arts de Londres, onde os vitantes podem escrever palavras em um computador que aciona algo parecido com uma ploter de recorte, e , então recebem o papel furadinho. Esta troca não ficou completa pois os artistas não estavam presentes para receber o Moitará e a monitora responsável pela exposição estava ocupada fechando as portas da galeria e expulsando os últimos passantes do dia (no caso eu). fica então aqui a convocatória.

“Queridos Jurg lehni e Alex Rich, quando estiverem de passagem pelo Rio de Janeiro procurem o Grupo UM ou o OPAVIVARÁ! para receber o Moitará que lhes é de direito”

“Dear Jurg lehni and Alex Rich, if you come to Rio de Janeiro, please contact Grupo UM or OPAVIVARÁ to recive your wonderful Moitará”

Moitará 111 Jemma – Londres, Reino Unido.

No dia seguinte ao fechamento do festival Josh (moitará 356) veio bater no meu quarto minutos antes de eu ir embora. Ele estava preocupado com Jemma, uma das voluntárias do festival que é muito sua amiga. Me conta que ela não pode vir no dia anterior, mas que queria muito um Moitará. Tentei explicar que não era assim que funcionava que a troca é um lance pessoal. Ele insistiu que queria trocar e me ofereceu esta camisa, dizendo que é sua favorita e que Jemma iria ficar tão feliz por ter um Moitará. Fiz então a troca para agradar as crianças (os londrinos, e o Domingos que é fâ do Manda-chuva)

Moirará 793 – Erika Tambke. Londres, Reino Unido

Minha última troca em londres foi com uma amiga antiga. A Erika e eu estudamos juntos no segundo grau, bons tempos do grêmio autogestionário Luís Travassos (CEAT) das revistas Espalhafato e depois da revista Et Cetera…

Bem, Erika, que está morando por aqui já algum tempo, me recebeu em sua casa por dois dias antes de eu voltar ao Brasil com direito a almoços especias e visita ao parque. Entreguei o Moitará 793 a ela pela hospitalidade e também pelos velhos tempos.

Saldo do moitará em londres: total de trocas 33 (+ uma incompleta)

14 moitarás ficam no reino unido, 2 pra ruanda, 2 para malásia, 2 para grécia, 2 para frança, 2 para kênia, 2 para turquia, 1 para polônia, 1 para nova zelândia, 1 para bangladesh, 1 para holanda, 1 para africa do sul, e 1 para gana. Felicidades.

Trocou por mistura de ervas que são psicoativas e legais. Fumamos um cigarro na hora para experimentar seus efeitos…..rsrsrs….funciona!

A Alessandra trocou mostrando os peitinhos….e disse: ” Quem viu viu quem não viu… Verá!”

A Lia trocou por um círculo azul adesivo que encontrou por acaso.

O Diego trocou por um abraço apertado . ele disse que também mandaria uma surpresa, um presente……estamos esperando Diego!!! hehe

o Gus trocou por 3 cartões postais de sua coleção particaular que foram escolhidos numa longa negociação.

trocou por um olhar de 1 minuto.

A troca com a Marina foi a minha primeira troca feita em São paulo. Ela trocou por um grampo de cabelo que usava na hora e entregou junto com um robô de plástico que tinha acabado de achar no chão.

As trocas a seguir foram feitas todas no último dia do festival. O clima de festa e despedia que reinava fez com que eu realmente relaxasse de alguns critérios mais rígidos que eu vinha seguindo como não trocar por coisas similares. O que aconteceu é que eu aceitei a maior parte das ofertas que me eram feitas sem negociar, mesmo assim no geral as trocas em geral foram interessantes.

O Moitará neste dia ganhou um status muita particular. Todos queriam ter um no pescoço, mesmo sem saber porque. Pessoas que eu tive pouco contato me procuravam com um enorme vontade de possuir um Moitará.

Moitará 338 – FRANCINE NYIRAKOBWA, Ruanda
Esta foi realmente a mais troca non-sense. Estávamos Francine de Ruanda, eu e Maria do Kenia (moitará 21) no quarto de Tahi da Nova Zelândia (moitará 53) enquanto esta fazia a mala, pois ela iria pegar um vôo um dia antes dos demais. Francine fala apenas kianyarwuanda, entende algumas palavras de francês e algumas outras de kiswahili (lingua do kenia) de forma que maior parte da sua comunicação durante estas duas semanas foi em mímica. Maria explicava o que é o moitará em kiswahili para ela que parecia quase entender. Tahi pediu para ela mostrar uma batucada pois escutara que ela é percussionista além de dançarina. No meio destas conversas perguntei em mímica e português se ela queria fazer uma troca. Ela respondeu que sim. Depois de mais algum diálogo gestual coloquei o moitará no seu pescoço, ela parecia muito feliz e me abraçou. Ao final fiquei sem saber pelo quê foi a troca. Se foi pela batucada ou pelo abraço ou apenas por esta conversa. De toda forma, depois de duas semanas sorrindo sem conseguir se comunicar não restava dúvida de que ela mereceu seu Moitará

Moitará 682 – LYDIA TOWSEY, Reino Unido.
Lydia, poeta feminista do norte da Inglaterra, me trouxe ente cartão comprado no centro de arte contemporânea Baltic durante a viagem que fizemos a Gatehaed com a Millenium Bridge, principal atração da cidade, para colorir. vinha acompanhado de pequenos lápis. Ela coloriu na hora antes de me entregar.


Moitará 234 – EWAN CAMERON, Escócia, Reino unido.
Ewan (se fala ivan) me trouxe uma página do seu diário. ele tinha um pouco de vergonha , ma parece, pela qualidade do papel, complementou a troca com um guarda-chuva. Como eu ia ficar mais 3 dias na cidade, achei ela seria útil…

Moitará 194 – AYANNA WITTER-JOHNSON, Londres, Reino Unido

Ayanna foi uma das primeiras que me procurou dizendo que realmente queria muito ter um colar Moitará. Parecia um pouco aflita me explicando que não tinha nada para trocar, com ela trazia apenas a bolsa de com coisas de banho. Então teve um estalo e pegou este frasco de shampoo dizendo que era o seu favorito. Eu que já tinha terminado meu sabão a um dia achei a troca muito útil.

Moitará 187 – KONG CHIN HUA, Malasia
Trocamos por esta camisa que comemora os 15 anos da cia. de teatro que fazem partes Kong e Chen. Na camisa as palavras grandes dizem 15 milhões de memórias e as pequenas explicam que é o aniversário da cia.

Moitará 552 – PATRICIA APERGI, Grécia
trocamos por esta belo livreto do último espetáculo da sua cia. de dança contemporânea. É uma publicação interessante com uns poemas e espaço para escrever além de umas imagens estranhas. nesta página uma foto dela quando era criança (a direirta com bikini amarelo).

Moitará 346 – JOSHUA CHESTER, Londres, Reino Unido
Trocamos por este pente. O pitoresco deste objeto é que é um pente para fazer penteado Black Power e tem o símbolo do movimento Black Power

Moitará 356 – CHEN FOOK MENG, Malásia
Esta foi uma troca encomendada. Eu vira os rascunhos do monólogo que ele apresentou em chinês no encerramento do festival e pedira para trocar o monologo pelo Moitará. Ele fez esta bela cópia nesta papel cumprido que se fecha como um envelope. Por fora escreveu meu nome em chinês! e usou uma moeda malasiana como fecho. O monologo e tem o titulo ”meu sentimento de estar em Londres” resumindo ele conta que não se sentiu bem na cidade…

Moitará 14 – SOFIANE CHALAL, França
Trocamos pela pulseira que carregou no pulso a 3 anos.

Moitará 211 – ALESANDRA SEUTIN, Londres, Reino Unido
Ela me ofereceu este frasco de perfume de Vanile. Eu que não tenho uma relação boa com perfumes em geral hesitei pensando nos riscos de derramamento da viagem de volta ao Brasil. Ela insistiu “ this is my smell” disse fazendo um bico com os lábios e entrecerrando os olhos em uma expressão caricatamente sex. aceitei.

Moitará 264 – MATHILDE LOPEZ, Londres, Reino Unido
Mathilde faz parte da equipe de produção do festival. Também ela veio com a história que que queria muito trocar, mas não tinha nada… Foi então pensando alto junto comigo. “Não posso dar minha blusa, não posso dar minha calça, não posso dar meu sapato… o sutiã, você trocaria pelo sutiã?” claro que trocaria, respondi, porque não?
Mas ela voltou atrás achou que seria arriscado voltar para casa sem o sutiã. Depois veio me propor a troca pelas meias. Disse que não podia aceitar. Porque aceitar as meias se ela havia oferecido o sutiã? E ficamos nisso.
Algumas horas depois ela voltou a insistir, fez propaganda das meias que eram novas, limpas, lindas “meias de menina francesa”. E eu aceitei, porque não?

Moitará 200 – STELLA ODUNLAMI, Londres, Reino Unido
trocamos por mais um produto do Baltic, um boton do Yoshitomo Nara pintor japonês pop que esta em exposição lá.

Moitará 267 – VANESSA FERDINAND, Londres, Reino Unido
toca pelo perfume (outro perfume!) que vem neste frasco cabeça.

Moitará 619 – POPPY VAN OORDE, Londres, Reino Unido
Poppy é a fotografa oficial do festival. ela veio me oferecer este estranho 3×4 da sua melhor amiga, Bonnie, que carrega a 5 anos em sua carteira desde que o ganhou. valeu pela história da relação “Popy e Bonnie” e pela carga emocional que a foto carrega.

Moitará 689 – LINAR OGENIA, Holanda
Linar queria encontrar algo especial para trocar e também achava que não tinha nada. Agradeci ao cuidado dele, mas disse que certamente ele encontraria algo em sua mala que valeria uma troca. me trousse esse óculos sem grau que usa às vezes por “stile”. o óculos fez muito sucesso durante a festa circulou por vários rostos e quase que o perco. No dia seguinte tive que procurar por ele para recuperá-lo. me agradou o fato de seu muito parecido ao óculos que eu usava na performance “Complexiótica” nos idos de 2001…

Moitará 470 – MASANDE NARWELE, África do Sul
Este colete que Masande trocou me deixou muito feliz. Ele usou o colete muitas vezes nestas duas semanas e antes de trocar me disse que olhando o colete eu iria lembrar dos amigos da áfrica: Massande e Masizole da África do Sul, Tic Tac e Tiny de Gana, Maria e Duncan do Kenia, Alice e Francine de Ruanda.

Moitará 129 – YASSIN SAHO, Londres, Reino Unido
Trocado por uma lanterna vermelha-chaveiro.

Moitará 202 – DUNCAN ASILA, Kenia
Perguntei a Duncan se ele não queria trocar nada comigo. Ele que é geralmente muito brincalhão pareceu ofendido disse que já me dera o bracelete (moitará 21-Maria). Eu não pensei duas vezes e para acabar com qualquer mal entendido e entreguei um Moitará para ele. Ficou assim uma troca por uma paz diplomática.

Moitará 27 – NIVEN GANNER, Manchester, Reino Unido
Niver, poeta e mc perguntou se podia trocar por um poema. respondo que sim. ele me trousse este papel com direito a recorte do relógio de Stratford. Este não é seu melhor poema, mas valeu a troca.

Moitará 375 – STEEVE WATTERLOT, França
Steeve trocou por esta camisa que é comemorativa de um prêmio em uma çompetição de Hip Hop que ele ganhou junto com seu parceiro Sofiane (moitará 14) o Battle Le Ring 2006. MK é o nome da dupla deles.

Trocado por uma paródia de uma nota de 100 reais. “O tempo é a mais valia de Deus”. A nota foi dada por uma ex-namorada.

Trocado pela carteira de estudante do 3° ano com a pendência de enviar-nos a carteira do ingresso na universidade.

Moitará 265 - Patricia Bernardes. SP, Brasil.

Trocado por um óculos escuros D&G. Minhas iniciais: Domingos Guimaraens.

Trocado por uma marica de Itacará na Bahia feita por um artesão local.

Por foto de celular com uma estranha pata de animal amputada, nua e crua, numa esquina da rua Professor Artur Ramos, Jardim Europa, SP. A foto vai chegar por e-mail.

Depois de alguns objetos mostrados e conversa sobre o significado do Moitará, troquei com o Sheik por uma anotação em um guardanapo de uma frase/verso dele: “Cada vez eu tenho mais vontade de fazer menos coisas”. O papel estilo trapo rasgado é assinado e datado. 30/04/2008

O Bob passou horas tentando me convencer que o sorriso dele valia uma troca. No final trocamos por uma foto do sorriso tirada e enviada pelo celular. Valeu.

A Cris deixou uma anotação. Um quase poema. Pessoal e carinhoso. O amor é sempre público! O papel amassado são as dobras do carinho.

Antes de falar das trocas em si vou contextualizar as pessoas com quem troquei. Vim a londres para o IFEA (international festival for emerging artists) em que participaram cerca de 40 artistas do mundo a fora e mais uns 10 de Londres. Jovens artistas de várias áreas, alguns músicos, alguns atores e diretores de teatro, dois poetas, uns coreógrafos contemporâneos, umas dançarinas de dança tradicional africana, contadores de história, hip hop dancers, enfim de tudo um pouco dos mais contemporâneos aos mais tradicionalistas totalmente ao gosto do Manifesto UM. Todos juntos por duas semanas num misto de residência artística, experimento etnográfico e turismo cultural numa agenda intensa que incluiu sessões de colaboração, aulas de artes diversas(compartilhei uma vivência de objeto-performance) idas a exposições e espetáculos e convencia diária. Muitas trocas de idéias e diálogos multiculturais, um ambiente muito propício para moitarar…

Fiquei muito feliz de ver a banquina montada na av. paulista no SP-TV. Em Londres, pude utilizar uma estratégia mais pessoal, conversando com cada um sobre o projeto com calma, algumas trocas demoraram dias para se concretizar. Uns demoravam a entender, outros gostavam de cara da idéia e cada troca foi uma relação em si.

os primeiros que “compraram” a idéia foram os trucos. Ao contrário de outros que queriam pensar o quê, como, porque deveria ser trocado e problematizar a questão, Pinar pegou o colar e colocou no pescoço enquanto decidia o que trocaria…

Moitará 400 – PINAR TORE, Turquia

combinamos que ela me daria uma canção de ninar, mais: que me ensinaria a cantar esta canção. Foi certamente a troca mais trabalhosa. aprender música em turco realmente. tive umas 3 aulas depois deste dia.

a canção:

nirri

“Dandiri dandiri dastana

danar girmis bostana

kov bostanci danayi

yermesin lahanayi”

traduzindo: “o touro entrou no campo de melões,

o cuidador do campo de melões espantou o touro

e ele não comeu as verduras”

Moitará 790 – CEMIL BÜYÜKDÖGERLI, Turquia

Cemil me ofereceu uma bela nota de 20 libras turcas. Eu, como um antigo colecionador de moedas, aceitei a troca pensando a nota não como dinheiro, mas como uma bela peça gráfica. de um lado ruínas de um templo grego e do outro um retrato de Mustafa Kemal Ataturk, fundador da Turquia.

Moitará 53 – TAHI MAPP- BORREN, Nova Zelândia

A Tahi foi uma que precisou pensar uns 3 dias. Ela me procurou a noite para trocar estas 3 lindas conchas.

Contou que são da sua praia favorita: Pukerua Bay em Kapiti Coust, Welintonw.

Para chegar lá se passa pelos subúrbios da cidade, depois se sobe um morro de onde se vê toda a baia. Foi nesta praia que ela se apaixonou por seu marido.

Moitará 21 – MARIA KAMAU, Kenya

Maria me ofereceu uma posseira com meu nome escrito. sugeri que ao invés disso escrevesse moitará na pulseira e entreguei um moitará “fiado para que ela pudesse copiar a palavra. alguns dias depois seu colega keniano, Dunkan, pe entregou esta pulseira laranja com estas letras. fiquei sem entender bem se ela reduziu para facilitar ou interpretou uma “iniciais” ou se seu moitará estava com as letras borradas, enfim, aceitei. depois ao falar com ela sobre estas letras ela franziu a testa e trocamos diálogos surrealistas. ela parecia não entender e eu certamente não entendi o que ela dizia, mas sorri e aceitei que a troca incluiu a dificuldade de comunicação.

Maria ajudou também emprestando uma gilete. Com a proibição de objetos cortantes nos aviões era impossível achar uma tesoura ou faca entre os participantes do festival, maria contou que a tesoura ficou apreendida no aeroporto no Kenia, sorte que ela trazia escondida a gilete para poder fazer suas pulseiras.

Moitará 46 – Tic Tac, Ghana

Tic tac trocou por seu último cd, acca conection. um som bem legal misturando hip hop e ritmos africanos.

Moitará 613 – UJJAL DAS, Bangladesh

Ujjal e seu parceiro Sudip de Bangladesh me ofereceram músicas tradicionais de seu país. Usando a regra da diversidade expliquei que já havia trocado por música com Pinar, vendo se eles ofereciam outra coisa. Eles pareceram bem ofendidos na hora. Não sei se entenderam que era só uma negociação. No outro dia Ujjal colocou esta pulseira no meu pulso e disse algo como ” é do meu país”. são contas de madeira pintadas.

Moitará 751 – ALICE MUKAKA, Rwanda

Esta colar é feito de palha. Alice disse que é algo tradicional de Rwanda.

Moitará 212 – NEIL KEATING, londres, Ingraterra

O Neil me ofereceu esta bolsa que vem da Indonésia. disse que foi muito apegado a ela e que a usava muito. a bolsa inclusive tem uns remendos e pode se ver que está bem vivida. Gostei da troca e usei a bolsa diversas vezes na viagem e também de volta ao Rio.

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Moitará 786 – KYLIE ANN SMITH, País de Galles, Reino Unido

Já estávamos na segunda semana do festival e a essa altura já tínhamos alguma vivência juntos. Algumas pessoas começaram a me chamar de “spiritual lider”. Não sei se foi a meditação que propus no grupo em que trabalhávamos ou quando sugeri que todos cantássemos a cantiga guarani “Aia moitará”… Acho que quem começou com isso foram Pinar e Cemil (da Turquia) Pinar gostava de exibir seu moitará explicando com auto-ironia que fazia parte de uma seita em que eu era o líder só pessoas muito especiais podiam possuir o moitará.

Bem, Kylie tinha esse papel na mão e disse que trocaria comigo, mas que eu não poderia ver antes. Para ver tinha que confiar e trocar. confiei e está aí a caricatura.

Moitará 57 – ELISAVET PLIAKOSTATHI, Grécia

Com Elisavet troquei por um sonho que será usado no “materializador de sonhos” um projeto em que materializo em placa de cerâmica os sonhos que recebo. A primeira vez que falei com ela sobre o moitará tive a intuição que ela me daria um bom sonho. Então propus a troca. Alguns dias depois ela sonhou e me contou:

Ela planejava ir de férias para a cidade do seu pai, Horto, uma vila de pescadores. Ela combina de encontrar lá com seu namorado, Vassilis. Como não consegue achar o carro volta para Atenas para buscar Vassilis e irem juntos caminhando para Horto. Quando o encontra ele está diferente, está gordo, envelhecido e feio, muito diferente do que ela conhece. Vestia uma camisa de botões e uma calca com a cintura alta e óculos escuros. Seguem no caminho que não é o caminho real para a cidade. O caminho real leva 5 horas de carro, no sonho eles passam por montanhas, curvas e mais curvas à pé e logo chegam. Ele andava devagar e pesado, não ao lado, mas sempre atrás dela. Ela falava e ele seguia mudo. Chegando a horto, ele fica em um hotel ao invés de ir com ela para casa.

Moitará 537 – MARTA ZDZIEBLOWSKA, Polônia

Marta trocou este par de brincos, São brincos ordinário normais em loja, disse, o especial é que eles foram usados na performance de hoje, então são agora famosos. Ela se referia a mostra que fizemos do processos de colaboração durante o festival. Marta, uma pequena e branca polonesa, se vestia de africana e falava frases em kianyarwuanda eu uma cena cômica.

A Ana trocou por um pedaço de um cordão de sementes que foi repartido em 3. Um está comigo, outro ficou com ela e o terceiro etá com o Alexandre (moitará 515).

Eu e a tatiana já nos conhecíamos no Rio e nos esbarramos por acaso em Paris. ela trocou por um Trabalho seu “la mujer que voa”. Um adesivo e um imã de geladeira.

A Joana é artista e etsá morando em Paris. Ela trocou por um potinho com agua benta da festa da padroeira de MG. Ela guardava a agua a 3 anos. Oxalá!!!

O Marcelo, mais um amigo apresentado pelo Alexandre em Paris, trocou pela única “coisa de arte” que fez desde que está na França. Valeu a troca e tomara que escreva mais!!!

Eu e vanessa nos conhecemos na França, ela é brasileira e está morando em Paris. Trocamos por um reenco aqui no Rio de Janeiro… Em breve…Até já Vanessa!!!

A Ulli ( que é companheira de Thomas-moitara125) trocou por sementes para serem germinadas e comidas. Vamos fazer todo o processo e depois apresentar as imagens de todas as etapas.

6.7.08

renata har
A renata é uma amiga do Alexandre (moitara 515) que tambem é artista. Ela recebeu seu moitará e na mesma hora trocou por um papelote de porpurina prateada. Ela está desenvolvendo um trabalho com purpurina e aqui em paris ela é cara e rara! Alem disso a renata esta juntando lentamente toda a purpurina que consegue para um dia poder realizar seu trabalho! Muito brilho para todos nós!!!! hehehe

Thomas, amigo do Alexandre (moitará 515), trocou por uma música de Villa -Lobos que tocou no seu violão e foi filmado em sua casa na França em Paris (6/7/08).

06/07/08
Marina Perez Simão
Marina trocou o moitara por uma figa de madeira que ela trouxe consigo da Bahia. Ela estava muito certa e feliz da sua troca!!!

Primeira troca minha por um trabalho. Foto. Pele. PB. “toda carta é um pedaço de pessoa”.

Local: Galeria Vermelho, SP.

Data: 19/07/2007

Sofia de 10 anos escreveu assim:

“Eu dei o ticket do Disney on Ice 2007. Eu troquei porque achei especial porque eu ganhei de presente e queria muito. Obrigada e fiquei feliz por trocar.”

Local da troca: Rio de Janeiro – Ateliê do artista.

Depois de perguntar se teríamos um acervo sério do trabalho, meu pai chegou com um trabalho fotográfico de 1972 chamado Um Corte Na Noite. Mato e galáxias! Do cosmos à cosmo-pólis!

Moitará 743

Moitará 743

 

Local da troca: Galeria Vermelho, SP.

Data: 15/07/2008

Trocado por um fotograma feito pela própria artista. Esperando recebimento. Fotograma entregue no dia 18/07/2008.

Minha primeira troca em Paris. O Alexandre está me recebendo generosamente em sua casa aqui. Fiquei aqui na casa 15 dias. De fato é uma das trocas mais importantes pois viabiliza a realização de mais trocas de moitarás em Paris. A troca do Alexandre consistiu em usar seu moitara em um de seus trabalhos que se chama Oferenda a Exu….. no final a moeda 515 foi usada em um ritual no qual ele pediu vida longa ao Moitará. O que eu sei é que a moeda está enterrada próxima a umas ruínas que existem dentro da Escola de Belas Artes de Paris (onde o alex estuda). Depois dessa troca, aconteceram varios encontros maravilhosos e trocas muito especiais! Vida longa ao Moitará!!!
« Oferenda»
Fascinado pelo universo simbolico do Voodoo e da Macumba eu me deixei
inspirar pelo imaginario dessas religioes incorporando elementos de
sua pratica em meu trabalho.

O pote é um objeto emblematico, sempre presente durante os cultos.
Forma primordial da criaçao humana, ele se faz pelo acumulo de materia
e pelo acumulo de vazio, crescimento phalico e invaginaçao. O pote é
ventre materno e urna funeraria ao mesmo tempo. Pode servir de
recipiente à tudo aquilo qui nutre o homem ou receptaculo proprio à
ser alimentado pela imaginaçao do homem por espiritos e deuses.

A instalaçao é uma especie de animal pré-historico feito em ceramica,
erguido sobre um suporte em ferro forjado em forma de touro. Este
bicho possui uma cauda por onde derramo um leite viscoso que
accumula-se num ventre interno. Este liquido escorre pela boca e
goteja dentro de um pote, enquanto um cheiro de insenço, café e leite
impregnam o ambiente.

Mas tarde, refiz esta instalaçao numa encruzilhada situada atras do
jardim fechado da escola de belas artes. Um lugar estranho, meio
abandonado, com duas colunas doricas e um semi-circulo em pedra, ruina
de uma antiga fonte, ja tomada pela vegetaçao. Neste terreiro, fiz
minha oferenda à Exu.

Cavei um buraco no chao e coloquei a tampa de um pote por cima,
criando uma invaginaçao que se abria direto para dentro da terra. Por
este buraco joguei meus presentes para Exu. Ofereci cachaça, tabaco,
insenço, fosforos, folhas e o Moitara de numero 515… Em seguida,
jorrou leite pela boca do bicho cobrindo todos os presentes de eterna
fertilidade. Alguns dias mais tarde, fui enterrar o buraco que ja
estava repleto de mofo. Enquanto realizava o ritual, pedi vida longa
ao Moitara e ao coletivo. Esta foi minha troca…

Queria dizer que fiquei encantado com este trabalho de vocês. Um
sistema de troca simbolica que tive o prazer de ver acontecendo entre
o Daniel e as pessoas queridas que conhecemos em Paris. Cada Moitara
permitiu um contato humano especial, uma historia bonita que ficara
registrada com carinho nao so na memoria mas tambem como parte deste
projeto que vive e se alastra aos poucos pelo mundo.

Senti pena pelo fato de que esta historia deixara de acontecer por
aqui com a partida do Daniel. Muitas pessoas queridas nao estavam por
aqui por conta das ferias, gostaria que elas entrassem nessa
historia… Alem do mais, pude ver que o Moitara é um elemento meio
magico que tem a capacidade de estabelecer um elo todo especial entre
as pessoas. Nessas terras frias, distantes isso é tao dificil de
criar. Enfim… seria bom se a magia pudesse continuar…

Entao deixo aqui o pedido para o Opavivara e para o grupo Um, para
permitirem que eu represente vocês aqui em Paris, como uma especie de
correspondente internacional. Eu me comprometo a dar uma historia para
cada moeda que me for confiada e fazer entrar nessa imensa roda muita
gente querida ! Tambem asseguro que manterei contato, atualizando tudo
o que for acontecendo e arrumarei um jeito de enviar os objetos caso a
troca se faça contra alguma coisa material.

Sei que é um pedido meio fora do habitual entao se nao rolar nao tem
problema nenhum, foi apenas uma idéia…

Vida longa ao Moitara !
Abraços,

Alexandre Maïa

RESPOSTA: Alexandre estamos estudando a possibilidade de te enviar algumas moedas….aguarde contato!

Trocado por caixinha de dobradura com origami dentro. 100 anos de imigração japonesa 1908-2008.

Moitará 595 - Deucélia Maria Brito Silvério. SP, Brasil.

Trocado pelo Novo Testamento com destaque para Lucas 20,21. Passagem que fala das moedas (moitarás?).

Moitará 533 - Leni Guedes. SP, Brasil.

Moitará 540 - Christofer Carijó. SP, Brasil.

Tro cado por ingresso do jogo do Corinthians pela série B do brasileiro. Corinthians 3 x 1 Brasiliense. O ingresso simboliza o amor gordo pelo Timão.

Moitará 310 - Douglas Malkin. SP, Brasil.

Douglas é estudante de odontologia. Trocou por uma miniatura de maxilar superior que foi comprada no primeiro período da faculdade. Ele usava como um patuá, um amuleto da sorte, agora moitará.

Troca feita por adesivos de conteúdos políticos sobre o sistema da arte.

236 - Stickers

17.072008    Galeria Vermelho   São Paulo

Troca por um elogio ao trabalho.

395 - Elogio

Trocado por uma mensagem na garrafa: “Medique-se, farmacologia de garrafa.”

A garrafa contém: Neosaldina; Dramin; Sal de Fruta ENO e homeopatia para disritmia…

Moitará 535 - Denise Schittine. RJ, Brasil.

Fernando Rocha - BH

Fernando Rocha - BH

Trocado por um ticket de almoço no SESC Pompéia.

Priscila proporcionou uma troca efêmera ao passar nos integrantes do grupo um bálsamo de flor de cerejeira.

16.07.2008   Galeria Vermelho   São Paulo

Um negociante convicto. Nas palavras dele:

“Doei meu sopro dentro de uma garrafa pet: o efêmero dentro do efêmero em tempos efêmeros”

33 - Ar na Garrafa Efêmera

Marines nos recitou esta bela poesia:

16.07.2008   Galeria Vermelho   São Paulo

Bruno trocou por uma maçã-poema.

16.07.2008   Galeria Vermelho   São Paulo436 - Maçã 2

436 - Maçã

Foi um moitará doação ao pescoço do totém da loja da Isabela Capeto em São Paulo 16.07.2008

17 - Isabela Capeto

Lilih é atriz e performer contou um pouco sobre sua vida na negociação e ofereceu uma folha de louro, presente da Edi, do Bar do Diu, em símbolo de abundância, fartura, prosperidade.611 - Folha de Louro

16.07.2008   Galeria Vermelho    São Paulo

A troca foi demorada.

Lara ofereceu para a troca o que ela chamou de Auto-Retrato, isqueiro e um chiclete.

Conseguem ver a Lara↓?

800 - Auto-Retrato

16.07.2008  Galeria Vermelho   São Paulo

A troca se deu com uma explicação sobre o tempo humano dilatado, congelado pela criogenia.

IOMPOSTIOMA

16.07.2008  Galeria Vermelho    São Paulo

Natália ouvia Ipod e eu propus uma troca no pátio do CCSP.

Ela ofereceu uma página do seu caderno de anotações.67 - Desenho 2

67 - Desenho

17.07.2008    São Paulo

Trocado por um par de tênis AllStar com os cadarços trocados. Ele voltou descalço pra casa!

O Gus, moitará 330, doou um par de meias pro Zé não voltar tão descalço!

Moitará 122 - Zé Otávio. SP, Brasil.

Moitará 280 - Luiza Larangeira da Silva Mello. RJ, Brasil.

Absorvente carefree coma a frase “the aristocratic situation” em vermelho!

Moitará 791 - Ana Paula Nakamura, SP, Brasil.

Trocado por um sticker. Street art. Adesivos para colar na rua.

Troca pelo direito de furar a fila da Performola, com a performance Fama de Putona.

Além disso, Carlos trocou também por uma trouxinha de farinha colombiana (mantida em regime de troca).

15.07.2008  Galeria Vermelho   São Paulo

Farinha boliviana 670

Rodrigo trocou por um abraço trivial.

15.07.2008   Galeria Vermelho   São Paulo

Trocado por um bilhete unitário de metrô.

15.07.2008   Galeria Vermelho   São PauloBilhete de Metrô 359

Com a Leca foi trocada uma performance, uma longa troca fixa de olhares em silêncio. Essa performance integrava o cardápio da Performola do Carlos Monroy.

15.07.2008   Galeria Vermelho  São Paulo

Duílio é fotógrafo e veio de Tibira.

Trocou por um retrato 3×4 seu.

15.07.2008    Galeria Vermelho   São Paulo

Duilio 3x4 365

Troca por um convite para a abertura da exposição do Duchamp no MAM, com o Mateus. A exposição abria naquele dia.

15.07.2008   Galeria Vermelho – São Paulo

Convite DuchampConvite Duchamp

Este moitará foi trocado por um vídeo-retrato do Zenon perto do vídeo do Marcio Banfi

15.07.2008   Galeria Vermelho   São Paulo

Raoni trocou pela frase do Chico Science, num papo sobre divergências estaduais na visão de mundo:

“Computadores fazer arte, artistas fazem dinheiro.”

15.07.2008   Galeria Vermelho  São Paulo

Foi a troca de uma experiência efêmera: a Laranja Mental.

Ficamos, juntos, por uns 4 minutos, imaginando a mesma laranja.

15.07.2008   Galeria Vermelho   São Paulo

Em oferta a duas páginas vazias de seu caderno de desenho, um moitará foi trocado com Flora.

15.07.2008   Galeria Vermelho  São Paulo402 Papel em Branco

Eduardo trocou por um jornal de distribuição gratuita, daquele dia.

Jornal moitará 508

508 - Jornal Todo

15.07.2008     Galeria Vermelho  São Paulo

Felipe trocou por um chiclete sem gosto, colado no meu caderno.

138 - Chiclete no caderno

15.07.2008   Galeria Vermelho São Paulo

Sabrina trocou por uma camisinha fechada Blowtex que veio da padaria de sua avó

15.07.2008     Galeria Vermelho São Paulo

Camisinha

Paula colecionou papéis de bala por cinco anos, até o dia em que achou o papel de bala mais “bonito do mundo”, em suas palavras. Desde então, andou em ele em sua carteira e nesta data trocou-o por um moitará:

15.07.2008 Galeria Vermelho São Paulo

Papel de Bala - Moitará 649

Troca por um foto armazenada no IPhone vermelho da Adriana e enviada por e-mail dali mesmo para nós.

15.07.2008 Galeria Vermelho São PauloDuas Vias  Adriana Ferla

6/7/2008

Trocado com Pedro Mota (Pedro Spice) por seu livreto de poesias Ritual de predominâncias aqüáticas ou precipitações sobre as águas. Uma do livreto:

O parque é enorme

Caibo na vida

Mas é pouco

Quero esclarecer

Essa paisagem de antigamente

Ela me lembra

Ela viva

E pressiona qual

Imã,

O cheiro é de bronze

- algo se

Prepara -

A vida é forja

Está fértil

O óvulo dos céus

5/7/2008 @ Santa Tereza

Troca realizada com Raquel Nava por um cartão e um rolo de papel de celulose de 5 metros.

5/7/2008 @ Santa Tereza

Caminhando pelos quizumbas do Santa Tereza de Portas Abertas, encontro com Bruno Cave, que é apresentado ao projeto. Bruno sugere uma troca pelo seu livro de poesia Malícia e Babilônia. Uma do livro:

ACORDOU ASSUTADA.

Socorro dizia e gritava,

Mas não acordava.

Acordou assustada.

No sonho matava

Bandido a facada,

Mas seu medo ficava.

Acordou assutada.

O bandido voltava,

Matava minha amada

Para se vingar.

(Do mundo?)

Acordou assustada.

http://delecave.blogspot.com

3/7/2008 @ Lapa

O moitará 577 é uma das primeiras trocas mais absurdas. O trocador pediu para não ser identificado em função do objeto de troca. Nesta quinta-feira chuvosa, à noite, foi mostrado um grande interesse do trocador pela moeda e, instantaneamente, revelada uma necessidade de deleção de correspondência amorosa (um cartão postal do ex-amor) que, desde o fim do relacionamento este rapaz guardava com certo grau de angústia. Sugeri a troca do moitará por este ato libertador/relacional, que foi aceito pelo trocador.

31/07/2008

Moitará trocado com Rodrigo Ajooz, por uma varinha, objeto do artista.

02/07/2008

Trocado com Marcelo Neder Cerqueira por composição musical intitulada com o nome do projeto, ouçam abaixo:

Moitará Song

28/06/2008 @ Barracão Maravilha Arte Contemporânea

Moitará trocado por um livreto de poesias em xerox oferecido por Giovani Baffo (Basquiat). O livreto foi perdido durante o evento. Oferece-se um moitará-resgate a quem achá-lo de novo por aí!

28/06/2008 @ Barracão Maravilha Arte Contemporânea

À porta do 242 da Gomes Freire, foi trocado com Márcia Abreu uma caixinha de filme vazia e um retrato meu tirado com uma Olympus Trip portanto um Fuji Prova 100 (ainda em revelação, assim que tiver a imagem posto aqui).

28/06/2008 @ Barracão Maravilha Arte Contemporânea

Moitará trocado com Alê Souto pelo (re)desenho (nova) arqueologia (pós)direta.

Infelizmente, o produto da troca foi perdido até sua postagem no blog…

Mas a troca foi feita!!! É oferecido resgate!!!

Convite Zarvos

Convite Zarvos

28/06/2008 @ Barracão Maravilha Arte Contemporânea

Com Guilherme Zarvos, este moitará foi trocado por um convite na ação proposta CEPolítica – Reeleição da vereadora Aspásia Camargo.

28/06/2008 @ Barracão Maravilha Arte Contemporânea

Observava um vídeo em que um passante que visita uma feira de arte vomita sobre o carpete da galeria quando Marina Pachecco ofereceu um menu de danças, a serem vendidas e performadas unitariamente. Perguntei se ela trocaria por um moitará, ela aceitou, e eu escolhi a dança do nome. Assim, a bailarina abriu um certo espaço no barracão, que a esta hora estava cheio, e dançou o meu sobrenome. Cada letra era um movimento diferente e entre letras havia um salto. Em 6 minutos a dança finalizou-se e foi feita a troca. Ganhei um recibo.

28/06/2008

Rebeca Rasel ofereceu parte da sua bobina de faz (20 m), material que compõe a performance Sutura, apresentada neste dia no Barracão Maravilha Arte Contemporânea. Ela ainda assinou a bobina, indicando a troca e descreveu perscursos por onde o papel, em performance, já havia passado.

Dia 02/07/08, terraço do vizinho, troca com Julia Naidin. Moitará 578 por 2 pedaços de azulejos que fazem parte do moisaco desenhado por julia. Foi uma troca fácil mas que no começo ela só me oferecia azulejos com desenhos estranhos e nitidamente fora da composição… no final consegui levar dois azulejos ao invés de um só como combinado!

Moitará 749

Dorren é alemã, mora no Brasil há pouco mais de um ano. Interessou-se pelo significado da palavra Moitará. Sua origem, sua história. ela queria trocar por algo valioso para ela. Acreditou no valor do Moitará. Quis transformar a energia do objeto trocado. Trocamos por uma chav, prateada e densa. Aparece gravadoGOLD 37. Ela tem forma de apito e não é uma chave comum. É a chave de um coração quebrado, aqui no Brasil. Ela pensava em devolver a chave, mas achou que a troca transformaria as energias envolvidas na história. Energias transmutadas ela queria o moitará número 11, não havia.

Moitará how!

Duas tribos se encontrar para focalizar e dispersar um ritual de moitará.

Os ancestráis nativos trocavam colares e espelhos por árvores de Pau-Brasil com os ancestráis de portugal. Estra troca era chamada pejorativamente de escambo pelos portugueses que muitas vezes menospresavam a capacidade dos índios. A mesma troca pode ser chamada positivamente de moitará pelos índios que desde sempre souberam que a troca se dá com cada um dando o que tem e confiando que cada ser sempre recebe o que tem de receber.

Esta versão remix-pop-cult-hibrid-web do ritual celebração ancestral indígena também vem sendo criada desde seu princípio como uma troca onde cada indío/artista e cada coletivo/tribo dá o dom que tem e a abundância universal os multiplica.

A tribo GrupoUM e a tribo OPAVIVARÁ! Vem trocando idéias e ações no Rio de Janeiro e agora realizam este rito-ação em parceria. Acontecendo simultaneamente no em São Paulo, Londres, Paris e Israel, neste Moitará os artistas/atuantes estão longe de seu habitat, levam na bagagem sonhos, amores, idéias e uma certa quantidade de Moitará/moeda/colar para trocar.

No encontro com outras povos/tribos a troca multiplica as relações dilatando o espaco.

Trocar pelo quê?

Quem viver verá. E quem não presenciar poderá imaginar lendo esta oca-blog na aldeia global.

Acabam de ficar prontos os moitarás!

GrupoUM e OPAVIVARÁ já podem começar a trocar!