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Manu, minha amiga de longa data e encontros esparsos, nos conhecemos no primeiro grupo de Terra UNA, em 2008.  Gata de Arroio do Tigre, na época ela morava em Porto Alegre. Mantíamos contato por internet e fiquei sabendo um dia que ela estava passando uma temporada em Nova York. Depois foi morar em Sampa onde acho que vive até hoje. Em abril de 2011 nos encontramos em Brasília durante o festival Fora do Eixo, organizado por nossos amigos de Terra UNA, Krishna e Maicyra. E lá propus de trocarmos um Moitará! Ela me disse então que trocaria pela história da experiência que ela teve com cachórros (ela fazia questão dessa pronúncia) em NY. Me contou que lá ela levava dois cachórros pra passear e que foi uma viagem linda! Entreguei então pra ela o Moitará de número 543 que estava comigo na ocasião e ela me prometeu enviar a história. Alguns meses depois, ela me enviou o lindo PDF que se segue!

Moitara543

Regina chegou com atitude e disse: quero trocar um Moitará por minha pulseira de proteção!  - Na hora!

 

Mayra é artista do sul do Brasil. Nos conhecemos na residência artística interações Florestais. No final desse processo ela participou da performance de Ana Luisa Lima chamada Religare onde as duas rasparam suas cabeças. Fiquei com seus prendedores de cabelo por um moitará.

Sábado. Quase fim da nossa viagem em Brasília. Não fizemos muitas trocas, fizemos a Moita. Larissa, na festa de encerramento me perguntou o que era o meu colar. Expliquei que se chamava Moitará e blá blá… Trocamos por um “alongamento passivo”, ela me guiando e direcionando . Foi delicia finalizar a viagem com aquilo.

Eu e Jean fizemos uma residência artística em Olinda, PE. Passamos um mês morando/trabalhando com outros 2 artistas e com as pessoas locais. Ele tem um trabalho de trocas de mensagens: aborda uma pessoa na rua, pede para que ela lhe escreva uma mensagem, depois ele entrega essa mensagem para uma outra pessoa e assim sucessivamente. Pedi uma mensagem em troca de um Moitará.

Um anel que se perdeu no caminho.

 

O anel era uma folha seca com um corte transversal que cobria a base do dedo.

Aleta foi assaltada saindo do CCBB, mas encontrou suas coisas na rua senhor dos passos e entre elas havia um isqueiro azul desconhecido, que não era seu.Ela decidiu se apropriar dele e era óbvio para ela que o isqueiro continha grande valor simbólico de troca.

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