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Archive for the ‘trocas no Rio de Janeiro’ Category

mergulho nú lage

a vida anda bem louca, um monte de coisa pra resolver em casa e um monte de outras atenta no entorno. chega um sábado e tudo q preciso é um pouco de sol pra tirar o mofo e amigos pra lembrar como é bom. agradinho pra mãe q botou a gente no mundo, praça xv feelling total galera ganhando a cidade, parque lage. já um tanto alta querendo tudo depois de uns dias trancada, umas falas bem jogadas, nada mentira mas sem vergonha, rola uma proposta de troca. 1 moitará por algo q eu queira ou possa oferecer. não deu muito tempo de pensar e a piscina sempre chama a gente, tirei a roupa e fui, daniel sempre todo bom, já botou um nome, mergulho nú lage. rolaram umas fotos e isso pode ser algum objeto. mas fico feliz de dizer q minha troca foi outra, passados uns anos desde q nos esbarramos por ai, eu e o opa, sou toda de vcs, pq só venho ganhando cada vez mais. nas trocas mais imateriais, no opa, no viva, rá!

Dri Simões11821408_10153537767922863_830592620_o

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moitara juliacskoweb

Julia já foi do Grupo UM e até já tinha um dos moitará, trocado anos atrás (moitará 781)

Agora ela vive nos Estados Unidos e e veio ao Brasil fazer uma exposição chamada Você/Eu, onde trocava na Galeria MUV corações de tamanhos e tecidos variados por coisas afetivas do público.

Pela parentesco entre os projetos levei, na abertura, um moitará nosso para trocar pelo moitará da Júlia.

Muito amor.

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Bia, que dá aulas na Federal de Brasília, estava no Rio de passagem e foi no Parque Lage prestigiar as trocas do Moitará e meu aniversário. Ela tinha até postado no fb uma foto do seu moitará. Bia perguntou porque sua troca não estava postada, pois ela trocou com um dos meninos por um catálogo e DVD do seu Grupo Corpos Informáticos que enviou pelo correio.

Os meninos do OPA! estão nesta turnê ao redor do mundo e não sei ainda quem trocou com a Bia (quando eles postarem as trocas atrazadas, talvez se descubra). De toda forma ela me deu novas cópias da troca.

moitará bia medeiroweb

 

 

 

 

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Marcia trabalha no café do Parque Lage. A exposição encruzilhada já tinha acabado e ela me procurou perguntando se ainda podia trocar. Então combinamos para a semana seguinte. Ela nos deu este colar/pulseira com simbulo de Heiki. Traz proteção, ela disse.

moitara reikiweb

 

 

 

 

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Sara é holandesa passeava com dois amigos pelo Parque Lage e se sentaram comigo par descansar e tirar fotos. Expliquei o projeto e ela ofereceu este óculos.

moitara oculos

 

 

 

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Clara é adolescente e veio com a mãe ao Parque Lage assistir  performances. Trocou por um cartão feito pela sua avó.

Me lembrou os poemas visuais do Alex Laurentino, grande amigo desaparecido. Se fosse um trabalho dele se chamaria: “Saudades e flores para o amigo que foi para lua.”

moitara colagem

 

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Ulisses trocou por uma pulseira feita no Mercadão de Madureira. O vendedor escrevia nomes na pulseira. Ele vinha de uma aula sobre o Devir e pediu que o vendedor escrevesse esta palavra. Nos deu a pulseira para que o devir seguisse seu fluxo.

moitara devir

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Carmen trouxe esta fita corretiva que segundo ela é um objeto além de bonito muito importante. “Quem dera pudesse apagar algumas coisas do passado” disse.

moitara fita corretiva

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Lucas nos deu este guizo que a mãe de um amigo trouxe do Japão. Ele carregava o guizo no colar, disse que era seu aviso de chegada.

Gostei da idéia e coloquei o guizo em um cordão para avisar a minha chegada.

moitara gizo

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Lyzandro nos deu uma foto que participou clandestinamente da exposição encruzilhada. Na abertura da exposição, ele colou no banheiro masculino sete fotos como esta com as unhas pintadas com sete cores diferentes. Duas foram roubadas, nesta noite e as restantes foram retiradas pela escola no dia seguinte.

moitara_lizandro

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moitaratunga

Encontrei Tunga durante as trocas no Parque Lage. Ele disse que não tinha nada significativo com ele. Então marcamos uma uma outra oportunidade. Fui visitar seu ateliê na Barra. Lá, muitas pessoas trabalhando na produção das peças. Ele entrou em um canto com estantes cheias de caixas de cristais, escolheu alguns e amarrou na hora com um fio de cobre em cartão.

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Troquei com Maya por parte dos fios que usava na sua performance sem título realizada naquele dia na galeria da EAV parque Lage dentro da exposição Encruzilhada.

Na performance ela se enrolada no fio de barbante mantendo a tenção ao longo do corredor onde o fio era conectado a um projetor de cinema que projetava ampliado a imagem dos fiapos. a velocidade da projetando era dada pelo movimento da performer.

moitara maya

 

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Caroline queria trocar por uma pulseira. Disse que já temos bastantes pulseiras na coleção que teria de ser uma coisa importante. Então ela me contou que a pulseira era de uma amigo de sua namorada. Que ele disse quer muito importante pra ele. A namorada deu para ela. E ela deu para nós. Entanto a pulsiera era importante para 3 pessoas: Caroline, a namorada e o amigo da namorada. Depois ela ficou em dúvida se a namorada iria achar ruim que ela deu tão preciosa peça. Mas se é para virar arte acha que ele vai entender.

moitara pulseira

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Nathalia me deu um anel de coquinho. perguntei o que tinha de especial no anel. Ela disse que é um anel muito pequeno que era da sua irmã e que só cabe no dedo anelar dela e da irmã. Na minha mão coube no mindinho.

moitara anel

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Nena nos trouxe a oração de São Francisco que a anos está na sua carteira. Ele diz que é devota e sempre pede ajuda ao santo que tem uma imagem de São Francisco em casa.

Quiz completar a troca com um papel que veio em um biscoito chinês que diz dòu yá que significa segundo o verso do próprio papel  “only the educated are free”

moitara nena

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Débora nos trouxe um saquinho de amêndoas e castanhas feito pela sua mãe.

Ela conta que não gostava de nenhum tipo de castanha. até que um dia no carro ela com fome a mãe disse “abre a boca” e colocou vários tipos de castanha na sua boca. Desde então ela passou a amar castanhas. e sua mãe prepara os saquinhos para ele levar de lanche. Perguntei se o lanchinho não ia fazer falta. Ela disse que não e pediu para pegar umazinha antes de entregar o saco.

Como já era próximo a hora do almoço eu tirei a foto e eu comi logo todas as castanhas. Arte efêmera.

moitara castanha

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Camila participa do meu curso de performance no Parque Lage. Ela trouxe uns livros e trocou por uma leitura de uns trechos selecionados e pelo pedido de poder usar a palavra difícil. Eu não sou contra a palavra “difícil” apenas uso a estratégia de evitar o uso do difícil como desculpa pra uma tentativa de ação tímida. Afinal tudo é difícil, mas se fosse fácil não chamavam a gente 😉

Depois ela me mandou os trechos que leu:

Leitura parresiástica do difícil

Essa noção de parresía, de fala franca, constitutiva do personagem desse outro indispensável  para que eu possa dizer a verdade sobre mim mesmo, tornou-se agora, evidentemente, para nós, muito difícil de apreender.

Michel Foucault, A coragem da verdade, p. 8

Em suma, para que haja parresía, é preciso que, no ato de verdade haja: primeiro, manifestação de um vínculo fundamental entre a verdade dita e o pensamento de quem a disse; [segundo], questionamento do vínculo entre os dois interlocutores (o que diz a verdade e aquele a quem essa verdade é endereçada). De onde essa nova característica da parresía: ela implica uma certa forma de coragem, coragem cuja forma mínima consiste em que o parresiasta se arrisque a desfazer, a deslindar a relação com o outro que tornou possível precisamente seu discurso. De certo modo, o parresiasta sempre corre o risco de minar essa relação que é a condição de possibilidade de seu discurso. Isso pode ser visto claramente, por exemplo, na parresía-condução de consciência, em que só pode haver condução de consciência se há amizade e em que o uso da verdade, nessa condução de consciência, corre precisamente o risco de questionar e romper a relação de amizade que, no entanto, tornou possível esse discurso de verdade.

Michel Foucault, A coragem da verdade, p. 12

A parresía é, portanto, em duas palavras, a coragem da verdade naquele que fala e assume o risco de dizer, a despeito de tudo, toda a verdade que pensa, mas é também a coragem do interlocutor que aceitar receber como verdadeira a verdade ferina que ouve.

Michel Foucault, A coragem da verdade, p. 13

Não se deixe enganar em sua solidão só porque há algo no senhor que deseja sair dela. Justamente esse desejo  ajudará, caso o senhor o utilize com calma e ponderação, como um instrumento para estender sua solidão por um território mais vasto. As pessoas (com o auxílio das convenções) resolveram tudo da maneira mais fácil e pelo lado mais fácil da facilidade; contudo é evidente que precisamos nos aferrar ao que é difícil; tudo o que vive se aferra ao difícil, tudo na natureza cresce e se defende a seu modo e se constitui em algo próprio a partir de si, procurando existir a qualquer preço e contra toda resistência. Sabemos muito pouco, mas que temos de nos aferrar ao difícil é uma certeza que não nos abandonará. É bom ser solitário, pois a solidão é difícil; o fato de uma coisa ser difícil tem de ser mais um motivo para fazê-la.

Rainer Maria Rilke, Cartas a um jovem poeta, p. 64-65

[grifos meus]

Tudo isso por um pedido: permitir a existência do difícil.

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Troquei com Lindon por uma sessão de BMC, Body Mind Centering, que iremos marcar nas próximas semanas.

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Romeu é filho de Mayra Redin (moitará 459) e Chico Fernandes dois artistas amigos. Ele tem pouco mais de um ano. Na abertura da exposição encruzilhada no Parque Lage, ele olhou fixamente para o moitará no meu pescoço e apontou para ele, eu ofereci o colar para ele que logo o levou a boca. A mãe buscou algo na bolsa para ele trocar e nos ofereceu esta frauda ilustrada com um bonequinho muito parecido com o próprio Romeu.

moitara romeu2 moitara romeu

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Ivo nasceu em vitória e veio morar no rio por conta do mestrado em artes da UERJ. Começamos o curso juntos. Ele foi o primeiro aluno que eu conheci logo quando fazíamos a inscrição na secretaria e também foi a única pessoa da turma que entrou comigo a assistir a defesa de dissertação.

Ele me ofereceu a carteirinha de estudante da UERJ que acabara de vencer depois de dois anos na carteira.

moitara ivo

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Regina chegou com atitude e disse: quero trocar um Moitará por minha pulseira de proteção!  – Na hora!

 

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Um anel que se perdeu no caminho.

O anel era uma folha seca com um corte transversal que cobria a base do dedo.

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Aleta foi assaltada saindo do CCBB, mas encontrou suas coisas na rua senhor dos passos e entre elas havia um isqueiro azul desconhecido, que não era seu.Ela decidiu se apropriar dele e era óbvio para ela que o isqueiro continha grande valor simbólico de troca.

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Ode ao picolé de limão, pastel seco

 

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“Fiz um escambo hoje: lembrei do livro “a Guerra da Riqueza do Homem.  Leia. “

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Ela disse: “Porque caixa lembra mistério, achei que um sapo com balas seria uma boa incógnita na caixa”

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“Essa é uma troca de afeto, uma partilha de confiança, um prolongamento da minha existência que eu semeio e dedico a essa relação. Entrego-me. ”

 

Não preciso dizer mais nada.

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“Efeito . Defeito?

Ação . Reação ?  – Troca de energias. ”         Palavras do trocador.

Essa pulseira uma mulher deu pra ele.

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Troquei um moitará por um anel que Clara tinha ganhado de uma amiga especial.

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Renan queria divulgar seu video sobre skate no qual dirigiu e produziu. Sem ver topei afinal aqui tb pode ser um lugar de compartilhar . O link é “Rolé na Granja” mas acho que Renan merece mostrar mais coisas. Achei o video muito curto. Quero mais sobre skate!!!


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Gaby é amiga dos opavivarás!.  Antes de ir para um casamento deu uma passada na festa de 1 ano de trocas. Depois de muitas propostas consegui a bolsa que estava usando.

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Pablo é violinista. Fez um pequeno concerto no dia da troca. Foi bem bonito. Nossa troca foi pelo seu primeiro arco de violino feito de crina de cavalo. 

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Nesse dia muita gente queria trocar Moitarás por caixas feitas de papel. Com Sara não foi diferente. Como já tinha trocado com outra pessoa uma caixa, pedi para fazer algo diferente, alguma coisa que diferenciasse essa caixa das outras. Ela sabe muito de origami e fez um sapo que pula.

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Horácio não é religioso mas quis trocar um moitará por uma palavra do senhor.  Perguntei sobre o salmo e o que significava para ele. Respondeu que não via como religião e sim como uma palavra, um conselho. 

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Evandro já trabalhou com artesanato e faz malabares . Tem muita habilidade com as mãos. Disse que podia fazer o que quisesse com papel. Me ofertou 1 caixa feita com 8 flyers.

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Arthur é punk. Conversou comigo sobre ideologia, anarquismo e amor. Gosta de falar  : )

Troquei o Moitará 922 por uma pulseira de prata que passou pelos braços de todos os punks da lapa. Me pareceu uma joia de valor.

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Ela chegou sem querer no Barracão. Chegou até mim e perguntou o que estava acontecendo? Um pouco de conversa, descubro que é poeta. Trocamos pelo seu zine numero 1902.   

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Marcos Bonisson foi um dos primeiros convidados a chegar no Barracão. Chegou todo animado e com algumas pulseiras da festa de N. S. da Glória. Tinha acabado de passar no outeiro da Glória seguindo uma procissão. Escolhi a pulseira vermelha e fizemos a troca.

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